Ana Piteira, Maria de Palma e Inês Silva são reforços da AAUE



A Associação Académica da Universidade de Évora começa já a preparar a próxima temporada que ditará a sua estreia nos campeonatos nacionais, tendo para tal anunciado já 3 reforços.
Ana Piteira (ex- Internacional de Évora), Maria de Palma e Inês Silva (ambas ex- Fronteirense) são os 3 reforços já anunciados pela equipa de Évora.

De forma a dar a conhecer da melhor forma as suas novas atletas, a Associação fez-lhes algumas perguntas que transcrevemos agora. Fique com as palavras de Ana Piteira (A.P.), Maria de Palma (M.P.) e Inês Silva (I.S.) ao clube:

“Fala-nos um pouco de ti como surgiu o interesse pela modalidade?
A.P. - Sempre gostei muito de todo o tipo de desporto. Em criança passei por várias modalidades até que 'parei' no futsal. Sempre gostei de ver jogos desta modalidade e foi depois de entrar num campeonato da escola de futsal feminino que decidi experimentar este desporto à séria.
M.P. - Jogo desde muito nova e o futsal sempre foi a modalidade que mais gostava, infelizmente em Portalegre só existia futebol7, mas assim que surgiu a oportunidade de mudar para o futsal não pensei duas vezes.
I.S. - O interesse pelo futsal já vem de longe, sempre foi a minha modalidade favorita. Na altura em que comecei a praticar desporto, no distrito de Portalegre só havia futebol  de 7 e foi por ai que comecei.

Tens ídolos na modalidade?
A.P. - Tenho, o Ricardinho.
M.P. - Lembro-me de ver o João Benedito a jogar desde que vejo futsal na televisão, é sem dúvida a minha primeira referência no futsal, a lealdade à instituição que representava, o gosto imenso pela modalidade e a mentalidade ganhadora são coisas que pouco existem hoje em dia, infelizmente. 
I.S. - Toda a gente tem ídolos, ou uma ou outra referência, normalmente são "aqueles" mais conhecidos. E parece um pouco propositado mas quem me conhece sabe que é verdade, eu sempre o disse. Os meus ídolos, estão agora na minha atual equipa. As minhas referências são as minhas colegas, aquelas que venho a admirar ao longo do tempo.

Qual o percurso que tiveste até chegar à AAUE?
A.P. - Comecei a jogar futsal em 2012 e fiz toda a minha formação no Inter, clube que representei até à época passada.
M.P. – 2008/2011- Futebol Clube do Crato, 2011/2015- Club Desportivo Portalegrense, 2015/2016- S.I.R, 16/17 - Atlético Clube Fronteirense
I.S. - 04/05 - Eléctrico Futebol Club, 05/13 - Club Desportivo Portalegrense, 15/16 - S.I.R, 16/17 - Atlético Clube Fronteirense

O que significa representar a AAUE?
A.P. - É muito gratificante poder representar a AAUE (e Évora), ainda por cima já que estamos a falar a um nível nacional.
M.P. - Significa chegar ao topo do futsal feminino, e quem acompanha esta equipa sabe que é verdade, significa ir trabalhar com algumas das melhores a nível nacional e vai ser gratificante poder partilhar a quadra com elas.
I.S. - O que para muitos pode não significar nada, para mim significa muito, é estar do lado de cá, ao lado daquelas que mais admiramos, significa também compromisso e muita responsabilidade.

O que significa para ti jogar no Campeonato Nacional?
A.P.- É quase irreal. É um grande desafio onde espero, acima de tudo, evoluir e poder dar o meu contributo.
M.P. – Significa estar entre as melhores, são muitos km feitos, muitos treinos, muitos jogos ao longo de tantos anos, e conseguir chegar a este nível faz-me pensar que todos estes anos de "luta" não foram em vão. É sem dúvida um sonho tornado realidade.
I.S. - Para quem acompanha, mas principalmente para quem pratica e ama o futsal sabe perfeitamente o que significa. É um sonho tornado realidade, são anos de luta, centenas de treinos... é a motivação que nos faz querer sempre ser mais e melhor. É o topo, é estar entre as melhores .

Como és enquanto atleta?
A.P. - Sou empenhada e focada nos meus objetivos.
M.P. – Sou exigente comigo própria, quero sempre mais e mais. 
I.S. - Sou uma atleta difícil. Tenho a consciência que tenho um temperamento complicado. Sou muito exigente comigo e por vezes caio no "erro" de o ser também com os outros em demasia.

Tens superstições?
A.P. - Não.
M.P. – Não, não tenho qualquer tipo de superstições.
I.S. - Tenho. As mais parvas, por exemplo passar todas as linhas do campo com o pé direito ou apanhar o cabelo com um determinado elástico.

Sentes-te capaz deste desafio?
A.P. - Sim, claro. Irei dar o meu melhor.
M.P. - Sim. Tenho a noção que vai ser um desafio exigente a todos os níveis, mas onde vou aprender muito, evoluir e dar o meu contributo para a equipa atingir os objetivos.
I.S. - Se não me sentisse capaz não tinha aceite este convite, que no fundo é mesmo um desafio. Mas a aprendizagem e a evolução faz-se de desafios e de superação, e nada é mais motivador.

Achas que o plantel está à altura do desafio?
A.P. - Sim. Todo o plantel lutou muito para chegar onde chegou e está mais que preparado para mostrar o que vale através desta oportunidade.
M.P. – Claro que sim. Qualidade e vontade não falta. Esta chegada ao nacional só peca por tardia, já mereciam estar no top há imenso tempo.
I.S. - Sem dúvida alguma, era algo que já procuravam e mereciam há tanto tempo. Este plantel tem muita qualidade e uma margem de progressão enorme, não duvido que vamos ser bem sucedidas.

Tens alguma coisa a dizer ao público em geral?
A.P. - Quero agradecer a quem me apoiou nesta decisão, que não foi fácil mas que, a meu ver, foi a mais correta neste momento.
Queria também apelar ao apoio a esta equipa que irá representar o futsal feminino alentejano.
M.P. - Quem já acompanhava que o continue a fazer, quem não o fazia espero que comece a ir até ao pavilhão apoiar a equipa, o apoio de todos vai ser fundamental para nós e para que possamos atingir os nossos objetivos.”

O Campeonato Nacional Feminino costuma ser bastante competitivo, e muito imprevisível, será a AAUE capaz de fazer uma boa campanha nesta sua estreia no Campeonato Nacional?

 



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