Portugal fecha Mundial universitário de futsal com duas pratas e a cabeça erguida
Seleções masculina e feminina rendem-se ao Brasil nas duas finais em Varsóvia, mas trazem da Polónia dois vice-campeonatos mundiais e os prémios individuais mais cobiçados.
Portugal saiu do Mundial Universitário de Futsal 2026, disputado em Varsóvia entre 1 e 11 de julho, com um saldo que sabe a conquista: duas medalhas de prata, uma em cada género. As duas seleções nacionais chegaram às respetivas finais, e em ambas encontraram o mesmo adversário - o Brasil, que revalidou os dois títulos.
Na final masculina, os pupilos de Pedro Palas e Luís Silva venderam cara a derrota e só cederam por 8-5, num jogo em que nunca deram total descanso aos brasileiros, a mesma seleção com quem tinham empatado 1-1 na fase de grupos. Na final feminina, a equipa orientada por Ricardo Azevedo perdeu por 3-0, depois de uma primeira parte competente e com oportunidades para chegar ao golo.
Mais do que o metal, ficam os nomes. Pedro Marques foi eleito o melhor jogador de todo o torneio e Margarida Carvalho terminou como melhor marcadora do quadro feminino, com 11 golos, duas distinções que colocam o carimbo português no topo individual da competição.
O balanço coube a Diogo Salgado Braz, presidente da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU): «Voltamos a casa de cabeça erguida», resumiu o dirigente, sublinhando o orgulho no percurso dos estudantes-atletas.
Duas finais, dois vice-campeonatos e os dois grandes prémios individuais. A cabeça, de facto, bem levantada.