Benfica contesta arbitragem da Supertaça e aponta três lances decisivos na final com o Sporting
O Benfica reagiu este domingo à arbitragem da final da Supertaça de futsal, considerando que houve “erros graves com influência direta no resultado e na atribuição do troféu”.
Em comunicado divulgado na manhã deste domingo, o clube da Luz identificou três lances concretos que, na sua leitura, tiveram influência direta na decisão da partida frente ao Sporting.
Golo anulado a Carlos Monteiro no centro da contestação
O primeiro e, para o Benfica, mais flagrante dos episódios aconteceu na segunda parte, quando Carlos Monteiro colocou a bola na baliza adversária, mas o golo acabou por ser anulado.
O clube encarnado considera que o jogador finalizou com o ombro e sustenta que, de acordo com as Leis do Jogo, o lance deveria ter sido validado.
O Benfica destaca ainda que a decisão foi tomada depois de os árbitros terem recorrido ao suporte de vídeo.
“Um golo marcado com o ombro é válido.”
Na posição oficial divulgada pelo clube, a decisão é classificada como “absolutamente inadmissível”.
Arbitragem inadmissível na final da Supertaça de futsal.
O Sport Lisboa e Benfica repudia uma arbitragem marcada por erros graves, com influência direta no resultado e na atribuição do troféu.
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Benfica aponta bloqueio ilegal no terceiro golo do Sporting
Outro dos momentos contestados surge na jogada que termina no terceiro golo do Sporting.
Segundo a análise apresentada pelo Benfica, Arthur é alvo de um bloqueio ilegal, permitindo ao adversário retirar vantagem direta da situação e prosseguir a jogada que terminaria em golo.
A formação encarnada defende que a infração deveria ter sido sancionada como a sexta falta do Sporting, situação que daria ao Benfica direito a um livre de 10 metros.
Em vez disso, o lance prosseguiu e o golo leonino foi validado.
Falta sobre Carlos Monteiro também contestada
Já com o marcador em 2-3, o Benfica assinala um terceiro momento.
O clube considera que Carlos Monteiro foi pontapeado por Diogo Santos, num lance que, segundo a leitura encarnada, deveria igualmente ter sido sancionado.
Como o Sporting se encontrava já no limite das faltas acumuladas, a decisão daria origem a novo livre de 10 metros para o Benfica.
Benfica fala em decisões com influência direta no troféu
A posição do clube da Luz não se limita à análise individual de cada lance.
O Benfica considera que o conjunto das decisões teve influência direta no desenvolvimento e no desfecho da final.
“Foram vários erros claros, todos em momentos determinantes e todos em prejuízo do Sport Lisboa e Benfica.”
O comunicado termina com uma crítica particularmente dura à arbitragem do encontro:
“O futsal português não pode continuar a aceitar arbitragens que adulteram resultados e decidem troféus.”
A contestação encarnada fica, assim, centrada em três momentos determinantes da segunda parte: o golo anulado a Carlos Monteiro, o alegado bloqueio ilegal na jogada do terceiro golo do Sporting e uma falta não assinalada sobre Carlos Monteiro quando o resultado estava em 2-3.
Fonte: Sport Lisboa e Benfica.